Bret Michaels se manifestou publicamente para negar as recentes alegações de que teria sido o responsável por travar os planos da turnê de 40º aniversário do Poison. Em entrevista ao programa Chaz & AJ in the Morning, da rádio 99.1 WPLR, o vocalista afirmou que nunca exigiu valores desproporcionais e que a turnê segue nos planos ainda que adiada.
Segundo Michaels, a comemoração deve acontecer sob o nome simbólico de “40 Mais Um”, já que 2026 marca os 40 anos do álbum de estreia Look What the Cat Dragged In, mas conflitos de agenda acabaram empurrando o projeto para mais adiante. Ele explicou que, enquanto a turnê era discutida, os integrantes já tinham compromissos solo agendados até 2027, o que inviabilizou a realização no prazo inicialmente cogitado. “Espero que, como membro fundador, esse seja um grande momento, e tenho certeza de que podemos fazer isso acontecer em 2027”, afirmou.
A polêmica ganhou força após o baterista Rikki Rockett declarar que Michaels teria exigido US$ 6 para cada dólar recebido pelos outros integrantes da banda. O vocalista, porém, rebateu a versão e disse que esse ponto nunca chegou a ser discutido. De acordo com ele, as conversas ficaram restritas a projeções iniciais, como médias de ganhos em shows solo, estrutura de palco e possíveis datas de início da turnê. Michaels afirmou ainda que, diante da necessidade de respostas rápidas para 2026, a decisão foi adiar os planos para o ano seguinte o que, segundo ele, acabou gerando confusão e especulações externas.